Hoje pela manhã a minha mãe preparou o meu pai para ele ir para o Centro de Dia. Depois de ele estar pronto ela levou para a rua e sentou-o numa cadeira para ele apanhar o sol da manhã. Nessa altura a minha mãe foi arrumar a cozinha. Quando chegou à rua o meu pai não estava mais lá onde o tinha deixado. A minha mãe procurou-o por todo o lado. Num curto espaço de tempo, e como ele tem dificuldade em caminhar, ele não podia estar longe. Mas ela não o conseguia encontrar. Chegou o transporte do Centro para o levar, e a minha mãe disse às funcionárias que não sabia dele. Foram as funcionárias que ajudaram a minha mãe, coitada, ela passou um mau bocado. Então ele estava atrás de um barracão nosso a ver a sua horta.
Foi um grande susto, mas ficou tudo bem...
Imagino o grande susto que a tua mão apanhou.
ResponderEliminarTivemos uma senhora com a mesma doença e um dia decidiu ir embora.
Quando demos pela sua falta, fomos à procura e nada.
Informamos a família e felizmente foi encontrada , mas bem longe da Instituição.
Depois ainda tivemos o Sr. C. que passava os dias a tentar sair, até que saiu mesmo. Mais uma procura de varias horas.
Acabamos por colocar um portão eléctrico
Alguns familiares não gostam de ter de tocar para poderem entrar, mas primeiro está a segurança deles, não é?
Felizmente que foi só um susto que o teu pai pregou.
Beijinhos
Deve ser triste ver quem amamos tão desorientados da cabeça. Eu felizmente não conheço ninguém mas acho que posso imaginar. FORÇA!
ResponderEliminarQuando o fui visitar ao Centro reparei que o portão estava aberto e o espaço até á estrada é muito curto. Espero que por lá estejam atentos, porque o meu pai é o único utente com Alzheimer que lá está, só ele poderia sair de lá sem avisar. Eu ficava mais descansada se tivesse de tocar à campainha, por isso acho bem, a segurança em primeiro lugar.
ResponderEliminarBeijinhos
Sim é realmente muito triste. Obrigada . Felicidades
ResponderEliminar