sábado, 21 de julho de 2012

Doença injusta

Hoje fui ver o meu pai, e encontrei-o tão debilitado. É tão triste ver o estado em que ele está. Para ele dizer, uma palavra que seja, é um esforço enorme. Para chegar com a mão á cara é outro sacrifico. O seu olhar é ausente e distante. A cabecinha dele deve de estar tão baralhada. Mas no meio de tudo disse perfeitamente o nome do neto.


Custa-me ainda aceitar que ele não vai melhorar e que a tendência é piorar. Toda a gente me diz que tenho de estar preparada, que a má noticia pode chegar...mas eu não me conformo!

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Fim

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